O poder da Gratidão!

Se você for grato por um único tomate que apareceu na sua horta, outros tomates virão depois, convidados pela sua energia da gratidão...

Se você for grato pelo único cliente que apareceu na sua loja hoje, outros clientes virão depois, convidados pela sua energia da gratidão...

Se você for grato pelo único motorista gentil que encontrou hoje no trânsito, outros motoristas gentis cruzarão seu caminho com mais freqüência, atraídos pela sua energia da gratidão...

Se você se sentir grato pela moeda que encontrou hoje no chão, mais dinheiro virá para sua mão, atraído pela sua energia da gratidão...

Se você for gentil com seu cônjuge em reconhecimento por seu valor, mais motivos você terá para agradecer por sua companhia...

É isso que a gratidão faz. Ela traz para nossas vidas mais coisas pelas quais somos gratos.


Mas se você mal-dizer o único tomate que apareceu na sua horta, dificilmente outros surgirão...

Se você reclamar que hoje apenas uns poucos clientes entraram no seu estabelecimento, dificilmente essa clientela aumentará...

Se você não prestar atenção nos motoristas gentis e colocar toda sua emoção para atacar verbalmente os maus motoristas, então é isso que você verá com freqüência – mais maus motoristas...

Se você desprezar a pequena moeda que encontrar jogada no chão, estará desprezando a energia do dinheiro, que está em um milhão de reais assim como também está numa moeda de 5 centavos...

Se você não reconhecer as qualidades do seu cônjuge, elas ficarão cada vez mais escassas e então chegará um momento que você só conseguirá ver os defeitos dela(e)...

Se o seu método de plantio de tomates não for o mais apropriado, ao se concentrar no único tomate que vingou você será levado ao método de plantio mais apropriado...

Se o seu negócio estiver fadado ao fracasso, ao se concentrar com gratidão nos poucos clientes, você será levado a um novo negócio onde terá muito mais clientes...

Mesmo que haja uma multidão de maus motoristas no trânsito, ao se concentrar nos bons motoristas, você será conduzido por trajetos onde os bons motoristas estarão dirigindo...

Mesmo que uma moeda de cinco centavos não resolva seus problemas financeiros, ao se concentrar na idéia de que você está atraindo dinheiro, então outras quantias maiores virão até você...

Se o seu relacionamento já deu o que tinha que dar e mesmo assim você se concentrar nas coisas boas desse relacionamento, você será atraído para um relacionamento melhor...


É isso que a gratidão faz. Ela traz para nossas vidas aquilo em que nos concentramos, aquilo em que prestamos atenção e no qual colocamos nossas emoções.



Você não vai conseguir mudar nenhuma situação focando o que não está certo.


Você tem que prestar atenção no que está certo.
Preste atenção!
Por menor que seja o resultado positivo, seja grato por ele. Genuinamente grato. E verá diante dos seus olhos o aumento desse resultado positivo. Pode ser um pequeno tomate, uma pequena clientela, poucos motoristas decentes, pouco dinheiro, poucas qualidades, um único movimento… mas se você se concentrar e ser grato por essas coisas, elas crescerão. De um para cem, de cem para mim e de mil para milhão. Experimente.

A gratidão é igual fermento. Misture ela nos ingredientes de qualquer coisa que essa coisa vai crescer. Com toda certeza.

Deus fez apenas uma única estrela e a colocou no céu. Para multiplicá-la, tudo que Ele precisou fazer foi impregnar o céu com a energia da gratidão.

E então o céu se sentiu grato pela companhia da primeira estrela. Isso fez surgir a segunda estrela. E o céu se sentiu grato pela companhia da segunda estrela. Isso fez surgir a terceira estrela. E assim por diante. E todo o céu foi ficando incontavelmente estrelado. Tudo a partir de uma única estrela e um céu impregnado pelo sentimento da gratidão.

Agora, toda vez que você olhar para o céu cheio de estrelas, vai lembrar do que a gratidão é capaz.

7 Dicas para sair do comodismo e ser feliz!

Enfrente o comodismo para dar uma bela guinada em sua vida e descubra como superar a tristeza!


1 – Identifique o que (o)a deixa infeliz
Será que não são pessoas e situações das quais você vive reclamando?


2 – Enfrente o comodismo
Tente mudar aos poucos.
Para se fortalecer, vale conversar com os amigos ou buscar ajuda profissional.


3 – Evite atitudes por impulso
Elas desestruturam e geram um medo tão grande que levam ao retrocesso.


4 – Faça coisas que lhe deem prazer
Voltar a estudar ou começar a trabalhar levantam a autoestima.


5 – Combata o pensamento negativo
Ele só serve para jogar você para baixo.
Invista em seus talentos Em vez de reforçar as fraquezas, trabalhe suas maiores habilidades.


6 – Busque independência financeira
Difícil arrumar um trabalho fixo?
Faça artesanato, cozinhe para fora, venda cosméticos ou ache outra atividade!


7 – Cultive as amizades
Mantenha contato com ex-colegas de escola, de trabalho, do curso de artesanato.
Amplie o círculo sempre que possível.

Envelhecer e morrer não é uma lei da natureza

Obsolescência biológica

Na juventude somos fortes e saudáveis e, em seguida, enfraquecemos e morremos - é assim que a ciência e a medicina têm descrito o que é o envelhecimento.

Surpreendentemente, na natureza, excetuando o ser humano, o fenômeno do envelhecimento mostra uma diversidade inesperada de padrões e não necessariamente segue essa linha de "obsolescência biológica".

Esta é a conclusão de um estudo histórico realizado por pesquisadores da Universidade do Sul da Dinamarca e publicado nesta semana na revista científica Nature.

Desconexão entre envelhecer e morrer

O mais surpreendente é que nem todas as espécies enfraquecem e se tornam mais propensas a morrer à medida que envelhecem.

Ao contrário, algumas espécies ficam mais fortes e menos propensas a morrer com a idade, enquanto outras não são de forma nenhuma afetadas pela idade.

Ou seja, a diminuição da vitalidade com a idade não é uma lei da natureza.

Os pesquisadores dinamarqueses estudaram o envelhecimento em 46 espécies muito diferentes, incluindo mamíferos, plantas, fungos e algas.

Algumas se tornam mais fracas com a idade, o que se aplica a humanos, outros mamíferos e aves. Outras se tornam mais fortes com a idade, o que se aplica a tartarugas e algumas árvores. E, finalmente, algumas espécies não se tornam nem mais fracas e nem mais fortes com a idade, o que se aplica à hidra, por exemplo.

Assim, aumento de idade e morte também não têm uma relação necessária válida para todos os seres vivos.

Animal imortal

Como esperado segundo a teoria dominante, para várias espécies a taxa de mortalidade aumenta com a idade. Este padrão é visto na maioria das espécies de mamíferos, incluindo os seres humanos e as orcas, mas também em invertebrados como as pulgas da água.

No entanto, outras espécies apresentam uma diminuição da mortalidade com a idade e, em alguns casos, a taxa de mortalidade é decrescente com a idade. Isso se aplica a espécies como a tartaruga do deserto (Gopherus agassizii), que experimenta a maior taxa de mortalidade no início da vida e uma mortalidade em constante declínio à medida que envelhece. Muitas espécies de plantas, por exemplo a árvore do mangue branco (Avicennia marina), seguem o mesmo padrão.

Por incrível que pareça, há também espécies que têm uma mortalidade constante e não são afetadas pelo processo de envelhecimento.

E isto é ainda mais marcante no pólipo de água doce (Hydra magnipapillata) que tem uma taxa de mortalidade baixa e constante. Na verdade, em condições de laboratório, seu risco de morrer a qualquer momento em sua vida é tão baixo que esse animal é efetivamente imortal.

"A extrapolação a partir de dados de laboratório mostram que, mesmo depois de 1.400 anos, 5% de uma população de hidra mantida nestas condições ainda estaria viva," diz Owen Jones.

O que é envelhecimento?

A mesma falta de padrão foi observada com a fertilidade, que varia de um extremo a outro, desde a fertilidade só existindo no início da vida, em toda a vida ou em trechos dela.

Em suma, não há uma correlação entre os padrões de envelhecimento e a expectativa de vida que seja típica para todas as espécies de seres vivos.

"Não faz sentido considerar que o envelhecimento deve ser baseado em quantos anos uma espécie atingir. Em vez disso, é mais interessante definir o envelhecimento na forma de trajetórias de mortalidade: se as taxas aumentam, diminuem ou permanecem constantes com a idade," propõe Owen Jones.




Fonte: BBC

Exame com luz poderá substituir mamografia

Na luta contra o câncer de mama, infelizmente o inimigo pode estar próximo.

Há muito os cientistas alertam sobre os riscos das mamografias.

Além dos efeitos nefastos dos falsos positivos dos exames e do fato de que as mamografias não servem para todas as mulheres, há indícios de efeitos danosos a longo prazo das repetidas doses de radiação.

As esperanças começaram a surgir há alguns meses, com o início do desenvolvimento de um exame que promete detectar o câncer de mama pela urina.

Agora, médicos e engenheiros da Universidade de Twente (Holanda) estão anunciando o desenvolvimento de um novo aparelho, chamado mamoscópio fotoacústico, uma maneira inteiramente nova de gerar imagens da mama para detectar sinais de câncer.

Em vez dos raios X utilizados na mamografia tradicional, o mamoscópio fotoacústico utiliza uma combinação de luz infravermelha e ultra-sons para criar um mapa 3-D da mama.

Mamografia com luz

Os raios de luz permitem inúmeras varreduras do tecido, detectando com precisão os vários "objetos" que simularam os tumores durante os testes - algo que não é possível com a mamografia tradicional, que usa raios X. [Imagem: Wenfeng Xia/University of Twente]






A luz infravermelha é disparada em pulsos muito curtos, com um bilionésimo de segundo de duração, sendo que parte da luz é dispersada e parte é absorvida pela pele.

A elevada absorção da luz pelo sangue aumenta ligeiramente a temperatura dos vasos sanguíneos, fazendo com que eles sofram uma expansão ligeira e rápida.

Mesmo sendo totalmente imperceptível para a paciente, esta expansão produz ondas de ultra-som detectáveis por aparelhos suficientemente sensíveis, sendo então usados para formar um mapa 3-D da vasculatura da mama.

Como os tumores têm mais vasos sanguíneos do que o tecido normal, é fácil distingui-los na imagem.

Os pesquisadores testaram a técnica com sucesso, mas esperam ainda melhorar a resolução das imagens, bem como adicionar várias cores diferentes de luz - outros comprimentos de onda além do infravermelho -, o que deverá melhorar ainda mais a sensitividade do exame.

O primeiro protótipo do aparelho de mamografia fotoacústica foi apresentado em Maio do ano passado. Agora, ele está quase pronto para os testes finais.

"Estamos desenvolvendo um protótipo clínico que melhora vários aspectos da versão atual do aparelho," disse o Dr. Srirang Manohar, líder da equipe. "O protótipo final estará pronto para o primeiro teste clínico no próximo ano."

Fonte: CNN

Como criar uma empresa de sucesso?

Como criar uma empresa de sucesso? É justamente isso que todo empreendedor quer saber. 
Aqui estão algumas respostas que podem ser úteis


Geralmente, os empreendedores têm suas próprias diretrizes e regras para negócios bem sucedidos.

E se você pegar as regras de Mark Cuban para startups? As regras a seguir não são apenas para os empreendedores e fundadores de empresas, mas também para as pessoas que estão pensando em trabalhar em startups.

#1. Não comece uma empresa
A menos que você seja obcecado pelo mercado e ame o que faz.

#2. Se você tem um plano de fuga, você não ama o que faz

#3. ContrataçãoContrate pessoas que vão gostar de trabalhar com você.

#4. Vendas resolvem todos os problemas
Saiba como a sua empresa vai ganhar dinheiro e como você vai fazer as vendas.

#5. Conheça suas competências
Conheça suas principais competências e se concentre em ser grande com elas. Pague as pessoas para agirem em suas competências essenciais. Contrate pessoas que se encaixam na sua cultura, mas não sejam caras demais.

#6. Você precisa de uma máquina de café espresso?
Você está brincando? Café é para quem traz vendas. Refrigerantes são gratuitos. O almoço é uma chance de sair do escritório e conversar com pessoas. Há 24 horas em um dia, e se as pessoas gostam de seus empregos, elas vão encontrar maneiras de usar grande parte do dia para fazer seus trabalhos.

#7. Não há escritórios
Escritórios abertos mantém todos em sintonia com o que está acontecendo e a energia para cima. Se um funcionário precisa de privacidade, ensine-o a usar o banheiro. Não há nada de particular em uma startup. Sempre fuja de executivos e funcionários que queiram construir um império. Se a pessoa pede pra voar de primeira classe, quer ter um secretário pessoa, fuja dela. Se um executivo não resultar em vendas, fuja dele. Eles são construtores de impérios que vão poluir a sua empresa.

#8. Use a tecnologia que você conhece
Isso é a maneira mais barata de fazer as coisas. Use o que você conhece. Você é uma startup, então deixe que as pessoas usem o que sabem e o que é mais familiar.

#9. Mantenha uma organização plana
Se você tiver gerentes subordinados a gerentes em uma startup, você irá falhar. Depois de conseguir ir além da partida do seu negócio, você cria uma cultura voltada para inovação.

#10. Não compre brindes
Um sinal claro do fracasso de uma startup é quando elas começam a enviar brindes inúteis para seus clientes. Uma coisa é comprar camisas para seus funcionários, mas se você acha que as pessoas vão usar a sua camisa com a sua logotipo para passear, você está completamente enganado e não sabe como gastar seu dinheiro.

#11. Nunca contrate uma empresa de RP
Uma empresa de relações públicas vai ligar ou mandar e-mail para publicações que as pessoas já leram, sites que você já navegou e lugares que você já foi.

Em vez disso, sempre que você consumir qualquer informação relacionada ao seu campo, pegue o e-mail do editor e mande um e-mail apresentando você e sua empresa.

Os editores irão receber o que você tem a dizer, uma vez que o trabalho deles é encontrar coisas novas e preferem a sua palavra a umpress release.

#12. Torne o trabalho divertido para os funcionários
Mantenha o controle sobre o estresse e recompense a realização das pessoas que estão trabalhando entorno da sua ideia.

Mark Cuban afirma que, em sua primeira empresa, MicroSolutions, quando tinham um mês recorde de vendas, ele andava distribuindo notas de 100 dólares para os vendedores.

As pessoas sempre gostam de uma boa festa.


Fonte: Este artigo foi adaptado do original, “Mark Cuban’s 12 Rules for Startups”, do Entrepreneur, pelo Jornal do Empreendedor.

Experiências emocionais dos pais são herdadas pelos filhos

Mais um estudo soma-se ao crescente corpo de evidências de que a epigenética permite que experiências de vida deixem marcas nos filhos.

A transmissão genética de características reflete as alterações na estrutura genética, isto é, nos pares de bases que formam o DNA.

A epigenética, por outro lado, envolve processos celulares que não alteram a estrutura do DNA.

Uma equipe da Universidade Emory (EUA) demonstrou agora que o comportamento pode ser afetado por episódios vivenciados por gerações passadas.

Na linguagem usada pelos biólogos, isso significa que experiências vividas por um indivíduo poderão afetar seus descendentes.


Traumas herdados

Os novos experimentos mostraram que um evento traumático pode afetar o DNA no esperma e alterar os cérebros e o comportamento das gerações futuras.

O fenômeno foi observado em camundongos que foram condicionados a se esquivar de um determinado tipo de odor. Eles passaram essa aversão aos seus descendentes - os cientistas acompanharam o fenômeno até os netos dos camundongos inicialmente condicionados.

Os cientistas constataram que o trecho do DNA responsável pela sensibilidade à essência da flor de cerejeira usada no experimento ficou mais ativo na célula reprodutiva masculina, passando a característica para a prole.

Tanto a prole dos camundongos quanto os descendentes destes demonstraram hipersensibilidade à flor de laranjeira e se esquivaram dela, mesmo que não tenham passado pela mesma experiência.

Os pesquisadores também identificaram mudanças na estrutura dos cérebros desses animais.

"As experiências vivenciadas pelos pais, mesmo antes da reprodução, influenciaram fortemente tanto a estrutura quanto a função no sistema nervoso das gerações subsequentes," escrevem os pesquisadores.

Ansiedade e obesidade

As descobertas oferecem novas evidências de uma "herança epigenética transgeracional", ou seja, de que o ambiente pode afetar os genes de um indivíduo, que são então transmitidos a seus herdeiros.

Além do interesse nos estudos referentes à evolução, estudos como esse têm impacto na abordagem de problemas como as fobias, ansiedade e desordens de estresse pós-traumático.

Alguns especialistas afirmam que até mesmo a obesidade pode envolver fenômenos desse tipo, eventualmente por meio de ansiedades que levam à ingestão exagerada de alimentos, ansiedades essas que passariam para os filhos.

Estudos similares já haviam mostrado que o aprendizado da mãe passa para o filho, levando os pesquisadores a concluir que a herança não-genética pode ser mais frequente que a herança pelo DNA.

Fonte: BBC

Aspartame e Sacarina causam maior ganho de peso que o açúcar, comprova estudo

Responda: você está utilizando aspartame e/ou sacarina ou optando por produtos de baixa caloria com estes compostos na tentativa de perder ou controlar seu peso?

Se a resposta foi sim, você vai se surpreender ao saber que um recente estudo demonstrou que o uso de aspartame e/ou sacarina e produtos acrescidos com estes adoçantes artificiais não são uma boa maneira de perder peso…

Na contramão da crença popular o aspartame e sacarina podem, por exemplo:
Estimular o apetite;
Aumentar a compulsão por carboidratos;
Estimular o armazenamento de gordura e, consequentemente, ganho de peso.

O estudo comprovou que aspartame e/ou sacarina ocasionaram mais ganho de peso que o açúcar e que a teoria de que alimentos e bebidas adoçados artificialmente ajudam a perder peso pode ser um grande engano. Mesmo para os diabéticos – em pesquisas recentes o aspartame piorou a sensibilidade à insulina.

O estudo, que será publicado na edição de janeiro de 2013 da Journal Appetite, foi feito por uma equipe brasileira da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Ratos foram alimentados com iogurte natural adoçado com aspartame (0,4%),ou sacarina (0,3%)ou sacarose (20%), ração e água adicionados à dieta durante 12 semanas e sem atividade física. Segundo a pesquisa, os resultados mostraram que a adição dos adoçantes artificiais ao iogurte resultou em ganho de peso comparado à sacarose, e a ingestão calórica mantendo-se a mesma entre os grupos.

Comparando os tipos de edulcorantes utilizados nos iogurtes, os autores concluíram que o maior ganho de peso foi promovido pela utilização de sacarina ou aspartame e pode estar relacionado com a ingestão de calorias. Sugere-se que uma diminuição no gasto de energia ou um aumento na retenção de fluidos pode estar envolvido.

Mas se um dos grupos consumia iogurte com aspartame e/ou sacarina que sabidamente é menos calórico, por que as dietas possuem a mesma quantidade de calorias?

A situação ocorreu devido ao aumento do consumo de ração pelos ratos que receberam iogurte adoçado com aspartame e/ou sacarina. Este tipo de compensação foi encontrado em estudosanteriores, sugerindo que quando o corpo recebe a sensação de sabor doce, porém sem as calorias, ela afeta negativamente seus mecanismos de controle do apetite, causando aumento dos desejo por comida.1

Uma revisão científica publicada em 2010 no Journalde Biologia e Medicina de Yale (YJBM) discutiu a neurobiologia sobre o desejo por doces e o efeito no controle de apetite dos edulcorantes artificiais. Muitos estudos prospectivos encontraram correlações afirmativas entre o uso de adoçantes artificiais (como os citados no texto) e ganho de peso, e isto se deve ao aumentodo apetite pelo doce. Por ser mais calórico, a ingestão do açúcar (sacarose) gera respostas biológicas que indicam ao cérebro a necessidade de energia atingida, dando a sensação de saciedade.2 Mas essa hipótese ainda requer mais estudos.

Outro motivo que desencadeia a hipótese do aspartame aumentar o peso corporal: a fenilalanina e o ácido aspártico – os aminoácidos que compõem 90% do aspartame – são conhecidos por estimular a rápida liberação de insulina e leptina, hormôniosenvolvidos na saciedade e armazenamento de gordura.

Níveis elevados de insulina e leptina estão por trás da obesidade, diabetes e tantas outras doenças crônicas atuais. Com o passar dos anos, o organismo exposto constantemente a esses hormônios torna-se resistente até o momento em que o corpo não “responde” mais a esses estímulos. Assim, mensagens como “parar de comer”, “queimar gordura” ou “sensibilidade ao doce” não são mais assimiladas pelo organismo.

Bom, está se comprovando que aspartame e/ou sacarina geram respostas biológicas diferentes do açúcar que podem favorecermais o ganho de peso. Porém, quando consumimos açúcares e carboidratos demasiadamente, uma cascata de reações químicas no corpo gera a sensação de fome e desejo por doces, de forma igual ou até maior. Assim, sugere-se dar preferência aos alimentos in natura ou adoçados com edulcorantes naturais como alternativas para a perda ou controle do peso corporal e controle da resistência insulínica.

Referências:
(1) Feijó, F. M. et al. Saccharin and aspartame, compared with sucrose, induce greater weight gain in adult Wistar rats, at similar total caloric intake levels.
(2) Swithers, S.E., Davidson, T.L. A role for sweet taste: calorie predictive relations in energy regulation by rats. BehavNeurosci. 2008 Feb; 122(1):161-73.
(3)Yang, Q. Gain weight by “going diet?” Artificial sweeteners and the neurobiology of sugar cravings. Appetite, Volume 60, 1 January 2013, Pages 203–207.
(4) Fowler, S.P., Williams, K., Resendez, R.G., Hunt, K.J., Hazuda, H.P., Stern, M.P. Fueling the obesity epidemic? Artificially sweetened beverage use and long-term weight gain. Obesity (Silver Spring). 2008 Aug;16(8):1894-900.

Cientista encontra prova de que Deus existe

O físico teórico Michio Kaku afirma ter criado uma teoria que pode apontar a existência de Deus. A informação criou alvoroço no meio científico, pois Michio Kaku é considerado um dos cientistas mais importantes da atualidade, um dos criadores desenvolvedores da revolucionária Teoria das Cordas, e é extremamente respeitado em todo o mundo.


Para chegar às suas conclusões, o físico fez uso de um “semi-raio primitivo de táquions” (que são partículas teóricas, capazes de “desgrudar” do Universo a matéria ou vácuo que entrar em contato com ela, assim, deixando qualquer coisa livre das influências do universo à sua volta), tecnologia criada recentemente, em 2005. Embora a tecnologia para chegar às verdadeiras partículas de táquions ainda esteja muito longe de ser alcançada, o semi-raio tem algumas poucas propriedades dessas partículas teóricas, que são capazes de criar o efeito dos verdadeiros táquions, em escala subatômica.

Segundo Michio, nós vivemos em uma “Matrix”: ”Cheguei à conclusão que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência, não muito diferente do seu jogo preferido de computador, claro, impensavelmente mais complexa. Analisando o comportamento da matéria em escala subatômica, a parte afetada pelo semi-raio primitivo de táquions, um minúsculo ponto do espaço, pela primeira vez na história, totalmente livre de qualquer influência do universo, matéria, força ou lei, percebi de maneira inédita o caos absoluto. Acredite, tudo que nós chamávamos de casualidade até hoje, não fará mais sentido. Para mim está claro que estamos em um plano regido por regras criadas, e não moldadas pelo acaso universal”, comentou o cientista.

Fonte: BBC

Brasileiros desconhecem alimentos com alto teor de sal


Mesmo com uma intensa publicidade nos meios de comunicação e nos próprios consultórios médicos, muitas pessoas desconhecem os perigos que o consumo excessivo de sal pode causar à saúde. Outras, por sua vez, sabem dos riscos à saúde mas ignoram os alimentos que têm alto valor de sal ou sódio, como os embutidos - presunto, mortadela e mortadela de frango -, macarrão instantâneo e maionese, por exemplo.

Tabela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostra que o queijo parmesão ralado, tão utilizado pelas famílias brasileiras nas macarronadas de fim de semana, lidera os alimentos com maior teor de sal em sua composição.

O Ministério da Saúde e a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação assinaram o quarto acordo para diminuir a quantidade de sal nos produtos industrializados que vão à mesa dos brasileiros.

O médico cardiologista Geniberto Paiva Campos explica que o sal é o grande responsável por problemas como o infarto, a diabetes e a hipertensão, esta última de difícil diagnóstico que se tornou um problema de saúde pública.

"O excesso de sal é ruim, traz problemas para o coração, para os rins, eleva a pressão arterial e está diretamente ligado às causas de infarto", destacou o cardiologista.

Segundo ele, todo esse impacto na saúde do brasileiro torna o consumo excessivo de sal e de sódio um problema de saúde pública e, por isso, torna-se necessária a redução do uso do sódio nos alimentos.

Ele reconheceu que a tradição da culinária brasileira é um dos pontos que mais dificultam o processo de convencimento do cidadão - é só lembrar do tradicional churrasco.

Uma forma de driblar a quantidade de sal colocada na carne, segundo ele, é descartar a capa da carne, onde o produto se concentra.

Apesar de o consumo excessivo fazer mal a saúde, o sal é necessário para o corpo humano e, ao mesmo tempo, a redução da quantidade ingerida é facilmente aceita pelo organismo. O segredo é diminuir gradativamente o consumo e não tentar cortá-lo da dieta de uma vez.


Como reduzir o sal na comida

A nutricionista e professora da Universidade de Brasília (UnB), Raquel Botelho, deu dicas para controlar o consumo de sal. "Nós temos que incentivar a população a usar temperos a base de ervas, até mesmo pimentas, porque não contêm sódio".

Outro produto que pode ajudar no processo de redução do consumo de sal é o alho, tempero que é benéfico à saúde que contribui no tratamento de infecções patogênicas e previne doenças como o câncer e problemas cardiovasculares.

A professora explicou que o cidadão tem que tomar cuidado com os temperos industrializados. "Cada tablete de tempero contém mais de 1 mil miligramas de sódio". Segundo ela, o brasileiro consome três vezes mais sal do que deveria.

Fonte: BBC 

O que a má postura faz com o seu corpo e sua mente

Frequentemente reclamamos e ouvimos colegas se queixarem de dor nas costas, mas nos esquecemos de que, na maior parte dos casos, somos nós mesmos os responsáveis por esse desconforto.

Agora, enquanto está lendo este texto em frente ao computador, você está sentado de maneira correta? Já parou para pensar em quanto a má postura afeta seu rendimento?

O diretor médico do Centro para Medicina e Estilo de Vida no Instituto do Bem-Estar Clínico em Cleveland (EUA), Mladen Golubic, conta quais os cuidados necessários e os problemas que a má postura pode trazer.

Grau ideal do conforto

Um estudo norte-americano realizado em 1999 concluiu que a posição ideal para sentar era entre um ângulo de 110° a 130°. Porém, uma pesquisa escocesa, publicada em 2007, apresentou outro resultado: para evitar as dores nas costas, o correto era se inclinar para trás em um ângulo de 135°. O Dr. Golubic, no entanto, afirma que, embora interessantes, nem todas as pessoas se adaptam a estas posições precisas.

Passar o dia sentado faz mal

Síndrome da Morte Sedentária: o termo, adotado pelo Conselho de Aptidão Física e Desportos, serve para classificar os inúmeros pacientes que passam longas horas do dia sentados e desenvolvem doenças crônicas graças a este estilo de vida. “Há estudos sobre a Síndrome da Morte Sedentária que mostram que, ao permanecer sentado por muitas horas, independente da posição, as chances de dores lombares, colesterol alto, diabetes e obesidade aumentam consideravelmente”, relata o médico.

A posição perfeita

Você sabia que a eficiência da respiração está diretamente ligada à postura corporal? “Sentar ereto e relaxado expande o peito e permite uma absorção maior de fôlego, o que aumenta a energia e o foco”, garante Dr. Golubic. Para quem deseja tentar, o especialista ensina uma técnica: sentar afastado da parte traseira da cadeira, com os pés firmemente apoiados no chão. Para quem tem dificuldades de lembrar-se do cuidado com a postura, o médico recomenda colocar um ponto azul nas telas dos computadores, para que, ao olhar, o paciente sente-se corretamente e respire profundamente, de forma a aliviar a dor.

Corcunda

Quando estamos sentados, é comum que os ombros acabem ficando para baixo e a coluna um pouco curvada, em uma postura corcunda que, além de prejudicial, dá uma aparência de depressão e desmotivação. Para Dr. Golubic, essa rotina de postura errada faz com que, dia após dia, os músculos enfraqueçam e todo o esqueleto mude. “Além disso, ao sentar com a postura correta, psicologicamente até sua atitude melhora”.

Dor antes, melhorias depois

Para quem não está acostumado a sentar-se na postura correta, as primeiras tentativas podem causar dor na região lombar, o que, de acordo com o médico, indica que a coluna necessita de um trabalho de reforço. E uma das maneiras de conseguir isso é com a ioga, pois envolve tanto o aprendizado de respiração quanto de postura correta para sentar.

Ande

“Como você se senta é menos importante do quanto tempo você se senta”, adverte Dr. Golubic. Ele aconselha que pessoas que trabalham ou permanecem muito tempo sentadas durante o dia tentem levantar sempre que possível, seja para tomar água ou um cafezinho, fazer reuniões com os colegas ou até receber chamadas de telefone. “Se não puder andar, ao menos se estique”, diz.

Atenção! Seis alimentos com gordura trans que devem ser evitados

A agência norte-americana FDA assumiu oficialmente que as gorduras trans não são consideradas seguras para o consumo humano
A gordura trans é bastante usada em alimentos processados para aumentar a vida útil dos produtos.
No entanto, nutricionistas dizem que esse tipo de lipídio é prejudicial à saúde, aumentando o risco de doenças cardíacas.
Embora o assunto circule na imprensa há décadas, só agora a Agência de Medicamentos e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) assumiu oficialmente que as gorduras trans não são consideradas seguras para o consumo humano.
Isso abre o caminho para as autoridades proporem a proibição do uso deste tipo de substância nos alimentos produzidos naquele país.
Caso os planos da FDA avancem, a indústria alimentícia precisará readaptar processos de fabricação.
Confira abaixo a lista dos alimentos que precisarão passar por mudanças no seu processo de fabricação:
1. Biscoitos salgados, doces e outros alimentos assados
Esses produtos geralmente contêm gorduras trans em estado sólido, para deixá-los menos oleosos.
"As gorduras 'boas' já desempenham esse mesmo papel. Só que são mais caras para a indústria dos alimentos. Mas elas trazem menos riscos para a saúde e são mais saudáveis", diz o químico de alimentos Fidel Belmares.
2. Pipoca de micro-ondas
As gorduras trans sólidas são usadas nas pipocas de micro-ondas para conservar o produto por mais tempo. A alternativa, segundo especialistas, seria usar azeite líquido no lugar.
"Ela é mais líquida, mas menos manipulada e mais natural. O azeite de oliva não possui gordura trans", diz o médico Jorge Loredo.
3. Pizzas e salgados congelados
Alguns produtos congelados - pizzas, risolis, coxinhas - contêm gorduras trans para prolongar sua duração.
Os especialistas sugerem que as pessoas comprem produtos frescos e os congelem em casa.
Alguns produtos congelados sem gordura trans já são vendidos no mercado hoje.
"Há empresas que vendem batatas fritas ou outros tipos de lanches congelados e anunciam na sua embalagem que nenhum tipo de trans foi usado na fabricação do alimento", diz Loredo.
4. Manteiga vegetal e margarina em barra
Loredo sugere que se use manteiga em vez de margarina, porque a origem animal do produto é mais bem assimilada pelo metabolismo do corpo.
Melhor ainda seria, segundo ele, o uso de gorduras líquidas - como azeite de oliva - em vez de gorduras sólidas - como manteiga ou margarina.
5. Creme para café
Também existem versões deste produto sem gordura trans.
Ainda assim, há substitutos que são ainda mais saudáveis, como leite natural ou leite de soja.
6. Glacê pronto para uso
Os glacês prontos para uso em doces fazem com que as guloseimas fiquem mais sólidas e estáveis por mais tempo em temperatura ambiente.
Apesar de inúmeros esforços da indústria alimentícia na busca por substitutos, os especialistas asseguram que é melhor fazer o glacê desde o começo - utilizando açúcar, manteiga, leite e baunilha natural.

Marte e Vênus? Nada disso! Homens e mulheres amam da mesma forma

O best-seller de auto-ajuda, “Homens são de Marte, mulheres são de Vênus”, publicado em 1992, sugere que homens e mulheres pensam e agem de forma muito diferente em relacionamentos. Em outras palavras, era como se viessem de planetas diferentes.
Agora, novas pesquisas científicas aparecem para discordar: na verdade, todos agem de maneira muito semelhante quando estão apaixonados, seja homem ou mulher, heterossexual ou homossexual.
Os pesquisadores pediram a 24 voluntários que estavam vivendo um amor, entre 19 e 47 anos, e em relações que duravam de 4 meses a 23 anos, para observar fotos de seus parceiros, bem como fotos de amigos do mesmo sexo que seus parceiros, mas a quem eram romanticamente indiferentes.
Metade dos participantes eram do sexo feminino (6 heterossexuais e 6 homossexuais) e metade era do sexo masculino (6 heterossexuais e 6 homossexuais). Todos se declararam apaixonados e em um relacionamento sexual com seu parceiro.
Enquanto eles observavam as fotos, seus cérebros foram escaneados com ressonância magnética funcional. Todos os participantes do estudo foram solicitados a classificar seus sentimentos em relação a seus parceiros românticos, antes e após a ressonância.
Os resultados mostraram um padrão similar de atividade entre os diferentes grupos, e envolveram a ativação de ambas as áreas corticais e subcorticais, principalmente as áreas ricas em neurotransmissores dopaminérgicos (que causam o “sentir-se bem”).
Essas áreas incluíam o hipotálamo, a área tegmental ventral, o núcleo caudado e o putâmen, bem como a ínsula, o hipocampo e o córtex cingulado anterior. A atividade dopaminérgica está fortemente ligada a atividades neurotransmissoras como as mediadas por ocitocina e serotonina, importantes na regulação das relações emocionais e de ligação entre os indivíduos.
Os estudos também mostraram que o amor pode ser cego. Há uma extensa desativação de grande parte do córtex cerebral quando os amantes visualizam fotos de seus parceiros românticos. As áreas desativadas envolvem partes do cérebro críticas para o julgamento.
Os pesquisadores afirmam que o estudo foi influenciado pela literatura mundial, de Platão a Shakespeare, Dante, Rumi, Verlaine e outros, em que sentimentos muito semelhantes são expressos tanto no contexto das relações de sexo oposto quanto do mesmo sexo, e essa ambiguidade se refletiu nos resultados. 
Fonte: Telegraph

Cuidado com o salmão que você está comendo

O salmão do mar, ou selvagem, como é mais conhecido, é um excelente alimento.

Infelizmente o alto consumo desse peixe levou o mercado a perceber que poderia ter altos lucros com ele.

Surgiu então o salmão de cativeiro, que nada tem a ver com o salmão selvagem encontrado na América do Norte, com sua carne naturalmente laranja, que vive em liberdade no oceano e que na época da reprodução sobe para os rios.

Este é o verdadeiro salmão, raro, colorido à base de uma dieta composta entre outras coisas de camarão e krill, um rico nutriente das águas geladas do oceano, e representa infelizmente apenas 5% de todo o salmão vendido nos Estados Unidos e que chega ao Brasil em quantidades irrisórias e, por isso, é um peixe caríssimo.

À esquerda, posta de salmão de cativeiro; à direita, de salmão selvagem
A indústria do Salmão

Mais da metade do consumo mundial de salmão atualmente tem como origem viveiros produtores do Chile, Canadá, Estados Unidos e norte da Europa.

Esse salmão não tem as mesmas qualidades nutricionais do salmão selvagem.

Por outras palavras, nutrientes como ômega 3, vitaminas A, D, E e do complexo B, magnésio, ferro, presentes em abundância no salmão selvagem, não passam de traços insignificantes nos peixes criados em cativeiros e vendidos nos supermercados por preços tão acessíveis.

É importante saber que o salmão natural se alimenta de fontes de ômega 3, como algas oceânicas e fitoplânctons. Assim, ele converte e armazena esse ômega 3 em sua carne.

Já o salmão de cativeiro é alimentado com ração, que não apresenta nenhum ômega 3 em sua composição.

O peixe de cativeiro tem uma cor que vai do cinza ao bege claro, talvez no máximo um rosinha pálido.

Ele fica depois com um laranja vivo graças ao uso de corantes.

A astaxantina e a cantaxantina, responsáveis pela cor do salmão do mar, são nutrientes naturais presentes em algas.

No caso do peixe de cativeiro, os produtores costumam usar astaxantina e cantaxantina sintéticas, derivadas do petróleo.

A astaxantina e a cantaxantina sintéticas também são usadas na ração de galinhas, dando um tom mais alaranjado às gemas de algumas marcas de ovos “tipo caipira”.

Em grandes quantidades podem causar problemas de visão e alergias.

Estudos mais recentes apontam a astaxantina como tóxica e cancerígena.

Uma informação interessante é que 100 gramas de salmão com corante equivalem em toxinas a um ano consumindo enlatados.

Para piorar a situação, muitas vezes os ambientes onde são criados têm higiene duvidosa, levando os peixes a receber altas doses de antibióticos e sua alimentação é muito gordurosa, à base de farinha e azeite de peixe.

Principais diferenças

- Salmão Selvagem:
Custa o dobro, mas suas principais diferenças estão na qualidade e nos benefícios.
Come crustáceos coloridos e, por isso, a cor rosa-suave.
Possui grandes quantidades de ômega 3.
Sua textura é macia e aveludada, como todo peixe gordo, e desmancha na boca.

- Salmão de Cativeiro:
Come ração e os corantes sintéticos dão cor à carne, normalmente bastante alaranjada.
Menor quantidade de gorduras boas, grande quantidade de gorduras saturadas.
Textura de peixe: normalmente muito macio à mordida.


*Fontes: 


Reportagem no portal NE10/UOL: http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/ciencia-e-vida/noticia/2013/07/15/salmao-consumido-no-brasil-nao-contem-omega-3-afirma-especialista-431055.php - See more at: http://www.curapelanatureza.com.br/2013/06/cuidado-com-o-salmao-que-voce-esta.html#sthash.XSnBrK1e.zqV3OpMe.dpuf

Exercícios são melhores que remédios para coração e AVC

Os exercícios físicos podem ser tão eficazes - e eventualmente até melhores - do que alguns medicamentos para reduzir o risco de morte em pessoas com derrame cerebral ou doenças cardíacas.

Os pesquisadores da Escola de Medicina de Harvard, da Universidade de Stanford e da Escola deEconomia de Londres analisaram centenas de testes que envolveram quase 340 mil pacientes.

O objetivo era comparar o efeito dos exercícios físicos e dos medicamentos em pessoas com problemas no coração, história de acidente vascular cerebral, pré-diabetes e insuficiência cardíaca.

As atividades físicas obtiveram resultados semelhantes aos dos medicamentos para doenças cardíacas.

Já os remédios chamados diuréticos tiveram melhores resultados do que a atividade física no combate às doenças cardíacas.

Os exercícios também são mais eficazes do que os medicamentos no caso das pessoas que tiveram acidente vascular cerebral.

No caso de derrames, as atividades físicas tiveram eficácia superior à dos remédios.

Os cientistas recomendam a realização de mais estudos específicos para avaliar os resultados, dada a escassez de informações sobre o tema.

Defenderam, no entanto, que, as atividades físicas "sejam consideradas uma alternativa viável ou acompanhe o uso dos medicamentos".

Especialistas alertam que isso não significa que as pessoas devam abandonar o uso de remédios, em prol de exercícios. Eles recomendam que ambos sejam usados ao mesmo tempo no tratamento de doenças.


Fonte: BBC, NBC

Excesso de sal e iodo na gestação pode causar hipotireoidismo

Benefícios e riscos do iodo

O iodo é um micronutriente essencial para o homem e demais mamíferos, pois é usado na síntese dos hormônios tireoidianos T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina).

Além de regular o metabolismo, esses hormônios são importantes para o funcionamento adequado de praticamente todos os órgãos.

Já há muitas décadas se sabe que a deficiência desse mineral pode causar bócio, ou seja, um aumento no volume da glândula tireoide que prejudica seu funcionamento.

Sabe-se também que a falta de iodo durante a gestação pode levar a danos cerebrais em crianças, uma vez que os hormônios tireoidianos desempenham um papel extremamente importante no desenvolvimento do sistema nervoso central.

Por essa razão, no Brasil, tornou-se obrigatória na década de 1950 a adição de iodo no sal de cozinha.

O problema é que hábitos alimentares ruins têm levado as pessoas a ingerir sal demais - e, por tabela, iodo demais.

Estudos recentes têm mostrado que o consumo superior à dose diária recomendada - cerca de 150 microgramas - também pode trazer prejuízos ao funcionamento da tireoide.

Este ano, uma resolução da Anvisa reduziu a faixa de variação do iodo no sal de 20 a 60 miligramas por quilo - quantidade recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para populações que consomem até 10 gramas de sal por dia - para 15mg/kg a 45 mg/kg.

A medida foi tomada após pesquisas do Ministério da Saúde mostrarem que a população brasileira ingere uma taxa de iodo maior do que a recomendada pela OMS em razão do consumo elevado de sal.

Excesso de sal na gravidez

Agora, Caroline Serrano do Nascimento e Maria Tereza Nunes, a Universidade de São Paulo (USP), resolveram usar modelos animais para estudar os efeitos a longo prazo da ingestão excessiva de iodo.

O experimento mostrou que o consumo excessivo de iodo durante o período de gestação e lactação pode tornar os filhos mais propensos a sofrer de hipotireoidismo na vida adulta.

"O iodo desencadeia também mecanismos epigenéticos, ou seja, o consumo excessivo desse elemento pela mãe durante a gestação e lactação gera consequências no desenvolvimento fetal e, aparentemente, programa o organismo do filhote para ficar mais suscetível ao desenvolvimento de hipotireoidismo durante a vida adulta", comentou Caroline.

No primeiro trimestre da gestação, explica ela, o feto é totalmente dependente dos hormônios tireoidianos produzidos pela mãe e qualquer alteração na síntese hormonal nessa fase pode causar consequências graves para o desenvolvimento fetal.

Após o segundo trimestre, o bebê já tem sua própria tireoide desenvolvida, mas ainda depende do aporte de iodo da mãe, que é feito pela placenta.

"Vimos que a maioria dos genes ligados à biossíntese dos hormônios tireoidianos estava com a expressão diminuída tanto na mãe, quanto na prole adulta, no grupo exposto ao excesso de iodo durante a gestação e lactação", contou Caroline.

O próximo passo, segundo a pesquisadora, é descobrir em que momento da gestação ou da lactação esse excesso de iodo é mais prejudicial.

"Uma vez que tivermos esclarecido bem os mecanismos que ocorrem na prole, poderemos voltar e descobrir em que fase do desenvolvimento o iodo altera a programação gênica dos animais. Aparentemente, em cada uma das fases há uma resposta diferente na programação da expressão de genes durante a vida adulta", afirmou.

Iodo no sal

Apesar de conhecer bem as consequências da ingestão excessiva de iodo, Nascimento não defende a ideia de eliminar ou reduzir a adição do mineral ao sal.

Uma falta de iodo na gravidez, por exemplo, poderia gerar outros problemas nas crianças:

"Penso que o ideal seria investir em políticas públicas para reduzir o consumo de sal da população, pois dessa forma você evita não apenas prejuízos à tireoide como também doenças cardiovasculares. Com a atual redução, por outro lado, não se tem garantia de que as pessoas vão ingerir quantidades ideais de iodo se diminuírem o sal na alimentação", avaliou.

Fonte: FAPESP


As dívidas estão te deixando louco? Cuidado.

Dívidas trazem outros débitos

Pessoas endividadas são três vezes mais propensas a ter um problema de saúde mental do que aquelas que não estão com as contas no vermelho.

Pesquisadores das universidades de Southampton e Kingston, no Reino Unido, fizeram uma revisão sistemática em todas as pesquisas anteriores que analisaram a relação entre problemas de saúde mental e dívidas.

Na meta-análise, a primeira de que se tem notícia sobre esse assunto, foram combinados estatisticamente os resultados de estudos anteriores que envolveram cerca de 34 mil participantes e suas dívidas.

Os resultados mostraram que as pessoas endividadas têm três vezes mais propensão a ter um problema de saúde mental que aquelas que não têm dívidas.

Menos de 9% dos participantes sem problemas de saúde mental estavam com dívidas, em comparação com mais de 25% dos participantes endividados que apresentavam um problema de saúde mental.

A equipe descobriu também que as pessoas endividadas são mais propensas a sofrer de depressão, dependência de drogas e psicose.

Os resultados também sugerem que quem morre por suicídio tem maior propensão de estar com dívidas pendentes.

O que vem primeiro?

Contudo, o estudo não foi suficiente para estabelecer uma relação causal, ou seja, não é possível dizer se a dívida gera o problema mental ou se o problema mental leva a pessoa a se endividar.

"Esta pesquisa mostra uma forte correlação entre dívidas e saúde mental. No entanto, é difícil dizer o que causa o que," reconhece o Dr. Thomas Richardson, coordenador do estudo.

"Pode ser que as dívidas levem a uma saúde mental pior devido ao estresse que elas causam. Também pode ser que as pessoas com problemas de saúde mental sejam mais propensas a se endividar por causa de outros fatores, tais como um emprego irregular.

"Da mesma forma, pode ser que a relação funcione nos dois sentidos. Por exemplo, as pessoas que estão deprimidas podem ter dificuldades para lidar com suas finanças e entram em dívida, o que, em seguida, joga-as mais profundamente na depressão," avaliou o pesquisador.

Fonte: BBC

"Peso de consciência" é mais que simples metáfora

Expressões como "peso na consciência" e "carregar a culpa" estão presentes em praticamente todos os idiomas.

Mas será que são só expressões, ou há algo mais nessas metáforas?

Será que a culpa pesa mesmo?

Martin Day (Universidade Princeton) e Ramona Bobocel (Universidade de Waterloo) acabam de demonstrar que sim, que a experiência emocional da culpa está fundamentada em uma sensação corporal específica - de maior peso.

Cognição incorporada

"A cognição incorporada é um campo emergente da psicologia que analisa a forma como nossos pensamentos eemoções interagem com nossos corpos para orientar o comportamento," explicam os pesquisadores.

A culpa geralmente se manifesta na forma de uma sensação desagradável, muitas vezes associada a sentimentos de tensão, tristeza e arrependimento - um "peso em sua consciência".

"Nós examinamos se a culpa é realmente incorporada como uma sensação de peso. Em uma série de estudos nós pedimos a estudantes e membros do público para recordar um momento em que eles fizeram algo antiético. As pessoas se lembraram de uma variedade de irregularidades, como mentir, roubar ou trapacear," contam os pesquisadores.

Depois, em uma tarefa separada, eles pediram que os voluntários avaliassem a sensação subjetiva de seu próprio peso corporal em comparação com a média, ou seja, se eles se sentiam menos pesados do que o normal da população, tendo um peso médio, ou mais peso.

"Nós comparamos estas respostas com as de participantes de controle que recordaram uma memória ética, uma memória de ações antiéticas de outra pessoa ou que não foram convidadas a recordar qualquer memória," escrevem Day e Bobocel.

Peso da culpa

A lembrança de atos antiéticos pessoais levou os participantes a relatarem uma sensação de que pesavam mais, em comparação com a lembrança de atos éticos, atos antiéticos dos outros, ou nenhuma lembrança.

"Nós também descobrimos que este aumento da sensação de peso estava relacionado com um forte sentimento de culpa dos participantes, mas não de outras emoções negativas, como tristeza ou desgosto.

"Embora as pessoas às vezes associem importância [no sentido de poder] com peso, não encontramos nenhuma evidência de que a importância pudesse explicar este resultado. Por exemplo, ações éticas foram classificadas como tão importante quanto as ações antiéticas, mas apenas as memórias antiéticas e indutoras de culpa levaram ao aumento da sensação de [maior] peso," relata a dupla.

Culpa sem função

Para além de seus resultados, os pesquisadores mostram-se signatários de uma polêmica teoria da "funcionalidade da culpa".

"A culpa é importante porque desempenha um papel na regulação do nosso comportamento moral. Ela pode nos ajudar a corrigir os nossos erros e evitar futuras irregularidades," defendem eles.

Essa teoria da "funcionalidade da culpa" tem fortíssima oposição dentro do próprio mundo acadêmico - veja, por exemplo, Quando os pais induzem culpa nas crianças.

No campo espiritualista, a culpa é vista como uma oposição ao perdão, tanto à capacidade de perdoar a si mesmo, quanto à de aceitar o perdão dos outros, o que quase sempre leva a que a pessoa infrinja sofrimentos emocionais a ela própria.

Celulares causam "efeitos biológicos" e exposição deve ser controlada, diz agência francesa de saúde

Aos poucos, vai sendo aceito pela comunidade científica internacional que o excesso de radiação eletromagnética pode causar danos à saúde, ainda que os efeitos específicos ainda não estejam mapeados.

Assim, embora não haja ainda algo tão taxativo ou alarmante quanto "celulares causam tal ou qual doença", as autoridades de saúde da França emitiram um alerta preocupante.

Segundo a ANSES (Agência Nacional de Segurança Sanitária), é necessário "limitar a exposição às radiofrequências, especialmente entre a parte mais vulnerável da população".

A exposição à radiofrequência não vem apenas dos celulares ou de suas antenas repetidoras, mas de todos os tipos de conexões sem fios, incluindo os roteadores e pontos de internet sem fios já presentes na maioria dos pontos comerciais e das residências.

Contudo, os celulares têm-se destacado nas preocupações por ficarem junto ao corpo quase o tempo todo, mais especificamente ao lado da cabeça nos momentos de maior radiação - durante as transmissões - e pela intensidade da radiação eletromagnética emitida pelas antenas repetidoras.

Efeitos biológicos e câncer

Os especialistas franceses analisaram toda a literatura científica a respeito do tema, atualizando um relatório similar que havia sido feito em 2009, mas destacam que há poucos estudos a respeito, sobretudo em relação às diversas tecnologias usadas na telefonia celular (2G, 3G, 4G) e à diferença de seus efeitos.

Desta forma, não há ainda uma correlação definitiva entre a exposição à radiação eletromagnética e alguma doença específica - o que a agência afirma estar bem documentado são "efeitos biológicos".

"[...] os níveis de evidências limitados apontam para diferentes efeitos biológicos em seres humanos ou em animais," afirma o relatório.

"Além disso, algumas publicações sugerem uma possível elevação no risco de tumor cerebral, a longo prazo, para usuários pesados de telefones celulares," acrescenta a agência em nota divulgada ao público.


Exposição deve ser controlada

"Com base nessa informação, e ante uma realidade de rápido desenvolvimento de tecnologias e práticas, a ANSES recomenda limitar a exposição da população a radiofrequências - em particular de telefones móveis - especialmente para crianças e usuários intensivos, e controlar a exposição global que resulta das antenas de retransmissão," recomenda a ANSES.

A agência também chama a atenção para a necessidade de "dar estreita atenção" aos chamados "indivíduos eletro-sensíveis", ou portadores de sensibilidade eletromagnética.

Segundo a agência francesa, a questão da hipersensibilidade às ondas eletromagnéticas será abordada de forma específica em um novo estudo que deverá começar no final do ano.

Fonte: BBC, CNN

Sono limpa o cérebro eliminando toxinas

Durante o sono, o cérebro faz uma espécie de faxina das toxinas deixadas para trás após um dia de trabalho pesado, quando se pensa bastante.

Essa limpeza poderia ser uma das razões para o sono, segundo os pesquisadores - até hoje não existe uma boa teoria que explique, fisiologicamente, por que precisamos dormir.

Durante o processo de "limpeza cerebral", as células do cérebro, provavelmente as neuróglias, encolhem, abrindo espaço entre os neurônios, permitindo que um fluido "lave" o cérebro.

"O cérebro tem energia limitada e precisa escolher entre dois estados funcionais - ou está acordado e atento, ou dormindo e fazendo a faxina", disse Maiken Nedergaard, da Universidade de Rochester (EUA). "É como uma festa em casa. Ou você recebe os convidados, ou limpa a casa. Não dá para fazer os dois ao mesmo tempo."

Faxina do cérebro

Nedergaard descobriu a faxina a partir de um trabalho anterior, divulgado no ano passado, de que existe uma rede de dutos que retira a "sujeira" do cérebro, batizada pelos cientistas de sistema glinfático.

Os pesquisadores observaram o sistema glinfático de ratos e viram que ele era dez vezes mais ativo durante o sono.

Para a professora Nedergaard, esta é uma "função vital para se manter vivo", mas aparentemente só ocorre durante o sono.

A professora reconhece que a dimensão da descoberta só poderá ser medida após testes com humanos.

Síndrome de Angeline Jolie: mutação genética não é tudo no câncer de mama

Se duas mulheres têm a mesma mutação genética que as coloca em risco superior à média de uma doença como o câncer de mama, por que apenas uma delas desenvolve a doença?

O assunto, que ganhou contornos alarmistas com o episódio da atriz Angeline Jolie, está longe de ter respostas prontas e definitivas.

Geneticistas da Universidade de Michigan (EUA) afirmam estar apenas começando a entender como o resto do genoma interage com essas mutações genéticas suspeitas para causar as diferenças que vemos entre os indivíduos.


Fundo genético

Sudarshan Chari e Ian Dworkin queriam saber com que frequência o chamadobackground genético - a base genética geral e comum - altera a forma como as mutações genéticas interagem umas com as outras.

Embora possa parecer surpreendente, Dworkin afirma que esta é a primeira vez que essa questão foi examinada de forma sistemática.

"Já se sabe há algum tempo que mutações genéticas podem modificar os efeitos umas das outras," explica Dworkin. "E sabemos também que as diferenças sutis no genoma de um indivíduo - o que os cientistas chamam defundo genético do tipo selvagem - também afeta a forma como as mutações se manifestam."

Os pesquisadores descobriram que o fundo genético herdado afeta os resultados das interações entre as mutações genéticas cerca de 75% das vezes!


Redes genéticas

Isto pode ter implicações radicais na forma como os cientistas constroem redes genéticas - mapas de como os genes interagem uns com os outros.

"Pode ser que algumas partes cruciais das redes genéticas não tenham sido construídas," disse o pesquisador. "Parece também que as descrições das redes são mais fluidas do que pensávamos."

Este é mais um golpe duro no chamado "determinismo genético", considerações do tipo "tal gene causa tal doença".

A implicação mais ampla de mais esta descoberta é que, mesmo para doenças com uma base genética simples, a variação no genoma como um todo pode ter peso equivalente tanto para a compreensão da doença, como para seu tratamento, disse Dworkin.

Isto explica como, no caso do câncer de mama, por exemplo, o fundo genético de cada mulher influencia como a mutação se expressa, causando resultados diferentes - o câncer em uma mulher que tem a mutação, enquanto outra que tem a mesma mutação não o desenvolve.

Meandros

A pesquisa também pode ajudar a explicar por que algumas pessoas se beneficiam de um tratamento específico para uma doença de fundo genético, enquanto outras não obtêm benefícios ou tornam-se resistentes a um medicamento depois de um curto período de tempo.

É provável que a maioria das doenças com um componente genética suspeito, tal como o câncer, asma ou Mal de Parkinson, envolvam reações entre mais do que um conjunto de genes.

Para Dworkin e Chari, o próximo passo para responder a essa e a muitas outras dúvidas que ainda pairam sobre o assunto, será separar os meandros do que acontece em pacientes específicos.

Fonte: BBC