Catástrofe: Irma é o furacão mais poderoso já registrado no Oceano Atlântico

O furacão Irma é o mais poderoso já registrado no Oceano Atlântico, segundo o Centro Nacional de Furacões (CNH, na sigla original) dos EUA. O fenômeno de categoria 5, a mais alta na escala Saffir-Simpsons, tem ventos de até 297 quilômetros por hora e se aproxima das Ilhas Leeward, no Nordeste do Caribe. Especialistas dizem que a força do Irma é resultado de uma água excepcionalmente quente para aquela parte do Atlântico.



Autoridades nas ilhas ao sul da Flórida estão se preparando para retirar turistas e moradores do possível caminho do furacão Irma. A porta-voz do condado de Monroe, Cammy Clark, disse em um boletim que um mandato de esvaziamento para turistas começa ao amanhecer de quarta-feira. Um plano de evacuação para residentes também está em andamento, mas uma data ainda não foi determinada. Clark ainda afirmou que edifícios governamentais, parques e escolas fecharão e não haverão abrigos no condado. 

Os hospitais locais também estão começando os planos de evacuação.Quatro outras tempestades tiveram ventos fortes na região global do Atlântico, mas foram no Mar do Caribe ou no Golfo do México, onde as águas geralmente mais quentes geram ciclones tropicais. O furacão Allen atingiu 305 quilômetros por hora em 1980, enquanto o Wilma de 2005, o Gilbert de 1988 e a grande tempestade da Florida Key de 1935 tiveram ventos de 297 quilômetros por hora.

O Irma provocou alertas de inundação à medida que se aproxima do Caribe. O governador da Flórida,Rick Scott, declarou estado de emergência em todos os condados do estado. Já o governador de Porto Rico, Ricardo Rossello, anunciou a abertura de centros de acolhimento com camas para até 62 mil pessoas.

Em seu trajeto estimado, Irma chegará à ilha de Guadalupe no fim desta terça-feira e depois continuará seu cainho até o Haiti e a Flórida. Os arquipélagos situados em sua trajetória se preparavam para lidar com fortes ventos, chuvas e inundações potencialmente letais. As autoridades emitiram alertas e advertências em alguns setores das Ilhas de Sotavento, Ilhas Virgens Britânicas e americanas e Porto Rico.

O NHC acrescentou que o fenômeno provocará um aumento de até três metros no nível normal do mar e chuvas de até 25 centímetros, além de ondas grandes e destrutivas. A população das Antilhas Menores se preparava na segunda-feira para enfrentar o furacão, e longas filas se formavam nos postos de gasolina, em meio ao cancelamento de voos e à anulação das aulas. No início da noite, o olho de Irma estava 725 quilômetros a leste da região, com ventos firmes de 220 quilômetros por hora, e o furacão se deslocava para oeste a 20 quilômetros por hora.







Chuvas catastróficas matam mais de 1200 na Índia, Bangladesh e Nepal

Mais de 1200 pessoas morreram em decorrência das fortes chuvas de monções que castigam a Índia, Nepal e Bangladesh.



Estima-se que 400 milhões de pessoas foram diretamente afetadas pelas inundações e deslizamentos de terra resultantes do fenômeno, que costuma durar de junho a setembro.

Metade das vítimas são da Índia, onde centenas de vilarejos foram arrasados pelas enchentes. 

Equipes de resgate nacionais e internacionais se empenham para auxiliar os sobreviventes.

A alta dos níveis dos rios afetou várias infraestruturas importantes, como estradas, rede elétrica e serviços de abastecimento de água, e isolou muitas áreas, dificultando a chegada de alimentos, remédios e socorro.

Segundo as Nações Unidas, as chuvas de monções deste ano são as piores em uma década no Sul da Ásia.

Nesta terça-feira, Mumbai, capital financeira da Índia, simplesmente parou. Em menos de 12 horas, choveu o o equivalente a 11 dias de precipitações consecutivas.

País baixo e densamente povoado, Bangladesh sofre cronicamente com inundações. Mas as chuvas deste ano deixaram mais de um terço de seu território submerso, segundo o The New York Times.

No Nepal, pelo menos um milhão de casas foram destruídas pelas enxurradas, que afetaram estradas, pontes e invadiram escolas e hospitais.

A catástrofe no Sul da Ásia se desenrola ao mesmo tempo em que os Estados Unidos enfrentam uma das piores enchentes em mais de 50 anos, que castigam principalmente o estado do Texas.

Segundo os cientistas, eventos climáticos cada vez mais extremos e frequentes, como furacões e enchentes históricas, são sintomas das mudanças climáticas em um mundo em aquecimento.


Piores efeitos do furacão Harvey ainda estão por vir, alertam autoridades

Especialistas preveem mais inundações no Texas e recorde de chuvas nos próximos dias. Número de mortos em consequência do fenômeno tropical deve subir. Governador amplia estado de desastre a 54 condados.


O furacão Harvey ganhou leve força nesta segunda-feira (29/08) ao retornar para a área mais quente do Golfo do México, de acordo com o Centro Nacional de Furações dos EUA. Os meteorologistas esperam que o furacão permaneça sobre a água com ventos de aproximadamente 72 quilômetros por hora durante 36 horas e, depois, retorne ao continente a leste de Houston em alguém momento desta quarta-feira. Em seguida, o fenômeno seguirá para o norte e perderá força.
Entretanto, antes que o furacão deixe o litoral do estado do Texas, mais de 50 centímetros de chuva podem cair na região, alertou o diretor do Serviço Nacional de Meteorologia, Louis Uccellini. Isso significa que as inundações vão piorar nos próximos dias e que as águas devem demorar a baixar mesmo depois que o Harvey finalmente deixe a região.

O furacão Harvey tem causado inundações sem precedentes, afetando sobretudo a área metropolitana de Houston, onde residem 2,3 milhões de pessoas e a água já atingiu mais de um metro de altura.



Harvey é o furacão mais intenso a atingir os Estados Unidos em 13 anos e o mais forte a atingir o Texas desde o furacão Carla, em 1961 – o mais poderoso já registrado no estado texano. Ao tocar a terra no último fim de semana, o Harvey perdeu força e se transformou em tempestade tropical.
No estado vizinho de Louisiana, as imagens de devastação em Houston trouxeram à tona memórias dolorosas para muitos sobreviventes do furacão Katrina, de 2005. 
"Realmente provocou muitas emoções e sentimentos pelo que as pessoas estão tendo que passar agora em Houston", disse o morador Ray Gratia, enquanto pegava alguns sacos de areia para proteger sua casa em Nova Orleans, que inundou durante o Katrina.
Inundação em Houston após tempestade tropical Harvey
Águas já atingiram um metro de altura em Houston
Em Washington, o governo do presidente Donald Trump assegurou ao Congresso que o saldo de 3 bilhões de dólares no fundo para desastres da Agência Federal para a Gestão de Emergências (Fema) é suficiente para lidar com as necessidades imediatas, como remoção de detritos e abrigo temporário para residentes deslocados.
Ainda na segunda-feira, a Casa Branca comunicou que o presidente e a primeira-dama, Melania Trump, visitarão as cidades texanas de Corpus Christi e Austin nesta terça-feira. Eles receberão resumos de líderes e organizações locais sobre os esforços de ajuda e resgate.
Milhares de resgates e chamados
O prefeito de Houston, Sylvester Turner, afirmou que o total de pessoas resgatadas já passa de 3 mil. Em entrevista coletiva, Turner indicou estarem pendentes pelo menos 150 pedidos de resgate urgentes. Mais de oito mil pessoas foram alocadas a abrigos temporários.
 A Guarda Costeira dos Estados Unidos disse receber mais de mil telefonemas por hora. Autoridades americanas informaram que em Houston mais de 100 mil residentes continuam sem energia elétrica, dada a dificuldade de acesso às zonas mais afetadas por causa das inundações.
Socorristas resgatam moradora de Houston após tempestade tropical Harvey
Mais de oito mil pessoas já foram levadas para abrigos, mas ainda há cerca de 150 pedidos urgentes de resgate pendetes
O governador do Texas, Greg Abbott, estendeu a declaração de estado de desastre a 54 de condados, adicionando mais quatro (Angelina, Trinity, Sabine e Orange), medida que facilita ao estado texano a gestão dos recursos essenciais para busca, salvamento e assistência.
O Harvey tocou terra na noite de sexta-feira na localidade costeira de Rockport, situada a cerca de 360 quilômetros a sudoeste de Houston, como um furacão de categoria 4 na escala de intensidade de Saffir-Simpson, que tem um máximo de 5. 
Apenas três mortes foram confirmas, mas há relatos não confirmados de apessoas desaparecidas e de prováveis mortes ligadas ao furacão Harvey – como, por exemplo, uma van com seis pessoas que literalmente naufragou ao tentar escapar das inundações, segundo um parente. Citando autoridades locais, o jornal The New York Times fala em dez mortos.
"Sabemos que neste tipo de acontecimento, infelizmente, o número de mortos costuma subir", disse o chefe da polícia de Houston, Art Acevedo. "Estou realmente preocupado com quanto corpos iremos encontrar."


Furacão Harvey se aproxima dos Estados Unidos e causará catástrofe

Furacão Harvey ganha força e pode se tornar tempestade mais forte em 12 anos nos EUA


Como um furacão de categoria 3 na escala Saffir-Simpson, o Harvey pode carregar ventos de 178 km/h a 208 km/h, que podem arrancar árvores, destruir telhados de casas e interromper serviços públicos por dias. Se o furacão mantiver sua intensidade, será o primeiro grande furacão a atingir território dos EUA desde que o furacão Wilma atingiu a Flórida em 2005.



Meteorologistas do Centro Nacional de Furacões (NHC) alertaram hoje (25) sobre possíveis “inundações catastróficas” que o furacão Harvey pode causar ao chagar à costa central do Texas no final da noite de sexta ou na madrugada de sábado.

De acordo com um boletim emitido pelo NHC às 2:00 p.m de sexta, Harvey agora passou para a categoria 3 na escala dos furacões, com ventos de até 120 mph. A tempestade se aproxima da cidade de Corpus Christi, onde vivem 350 mil pessoas.

Os meteorologistas prevêem inundações “devastadoras” causadas pela chuva e pela maré trazida pelo furacão. Harvey pode trazer entre 15 e 25 polegadas de chuva para a região. Outro perigo é a elevação do nível do mar na costa, que pode chegar a quatro metros acima do normal nas áreas mais próximas ao olho de Harvey.

Segundo projeções para sua trajetória, Harvey permanecerá na região por algum tempo, já que nenhum modelo é definitivo no que diz respeito à direção que ele vai tomar depois que tocar terra. Os modelos indicam que a tempestade irá “serpentear” pelo interior do estado durante o fim de semana, o que pode piorar as inundações.

Alertas de furacão estão em vigor numa área que afeta cerca de 1,4 milhões de pessoas. Outras 12 milhões estão sob alerta de tempestade tropical, incluindo as cidades de San Antonio e Houston.

Harvey é a pior tempestade a assolar os Estados Unidos em 12 anos, desde 2005, quando o furacão Wilma cruzou o estado da Flórida.

Enchentes no Peru afetam 630 mil pessoas


Piora a situação das populações peruanas atingidas pelas enchentes provocadas pelo fenômeno atmosférico “El niño”. As áreas costeiras  situadas no norte do país são as mais afetadas.
Segundo a Agência Sir, o balanço oficial subiu para 75 mortos, mais de 630 mil pessoas foram afetadas e 70 mil estão desabrigadas por causa das chuvas acima do normal.
Num tuíte, o presidente do Peru, Pedro Paolo Kuczynski, agradeceu ao Papa Francisco, em nome de todo o povo peruano, “pelas orações e encorajamento”, expressos durante o Angelus do último domingo (19/03).

Em todas as igrejas peruanas se realizaram, neste domingo, um dia de oração, promovido pela Igreja no Peru, e uma coleta nacional. A Arquidiocese de Lima decidiu cancelar a Marcha anual pela vida a fim de concentrar os esforços dos voluntários no socorro às populações, vítimas das enchentes.

O Arcebispo de Lima, Cardeal Luis Cipriani Thorne, disse: “Este é o momento em que devemos permanecer unidos e trabalhar para que o verdadeiro amor pelo próximo desperte o nosso coração.”


Ciclone “Enawo”, com ventos próximos de 300 km/h, obriga evacuação em massa em Madagascar

O governo de Madagascar emitiu “alerta máximo” para a chegada do ciclone tropical “Enawo” ao norte do país nas próximas 24 horas.
Durante esta segunda-feira (06), o sistema evoluiu rapidamente de uma simples tempestade tropical, com ventos de no máximo 64 km/h, para um ciclone de categoria três na Escala Saffir-Simpson, com ventos entre 178-210 km/h, ondas entre 2,60-3,80 metros e pressão atmosférica mínima entre 945-964 hPa.

No início da noite, satélites do National Hurricane Center (NHC) estimaram ventos de até 168 km/h e rajadas de até 200 km/h sobre o Oceano Índico.
O alerta compreende todo o país, uma vez que simulações numéricas indicam que o ciclone deve atravessar a ilha de norte a sul ao longo desta terça (07) e quarta-feira (08) e não indo em direção à Moçambique, como a maioria dos ciclones tropicais fazem.
O órgão estima que “Enawo” faça landfall (toque o solo) como um poderoso ciclone de categoria quatro, com ventos entre 211-249 km/h, ondas entre 3,90-5,50 metros e pressão mínima entre 920-944 hPa.
As rajadas previstas são de 280 km/h sobre a região de Antalaha, no litoral norte do país e que pode ser severamente impactada por chuvas torrenciais de até 300 milímetros e ventos próximos de 300 km/h.
Mais de 25 mil moradores foram evacuados de regiões por onde o “olho” do ciclone deve passar, mas muitas pessoas residentes em povoados mais distantes, não seguiram os alertas das autoridades.

(Crédito das imagens: Reprodução/Google – Reprodução/NHC/NOAA)

Supertufão Haima leva Filipinas a declarar alerta máximo no norte do país

Tormenta tem ventos de mais de 200 km/h.



As autoridades das Filipinas declararam nesta quarta-feira (19) o alerta máximo no norte do país diante da chegada do tufão Haima, que deve alcançar na quinta (20) esta área do arquipélago com "ventos devastadores", de mais de 200 km/h.
O serviço meteorológico Pagasa estabeleceu o nível 4 de alerta, o mais elevado, nas províncias de Cagayan e Isabela, localizadas na costa oriental da ilha de Luzon.
O Haima, chamado Lawin nas Filipinas, foi ganhando força em seu avanço pelo Pacífico e é esperado que chegue no norte do país com ventos constantes de 220 km /h, segundo Pagasa.
De acordo com a escala do Pagasa, o alerta 4 prevê a destruição total de estruturas leves, danos severos em edifícios construídos com materiais mistos, corte do fornecimento de energia elétrica e de comunicações, além da queda da maioria das árvores.
No boletim matinal, a mesma agência declarou como sinal 3 de alerta em outras quatro províncias onde se preveem rajadas de vento de até 270 km/h.
O tufão está a mais de 400 km das Filipinas e avançava a 26 km/h, segundo o Centro Conjunto de Alertas por Tufão (JTWC, sigla em inglês) administrado pelos Estados Unidos.
Este serviço catalogou a tempestade como um supertufão, que avança pelo oceano com ventos constantes de 268 km/h e picos de 324  km/h.
O Heima alcançará o norte das Filipinas após a mesma área ter sido afetada, no último fim de semana, pela passagem do tufão Sarika, que causou pelo menos duas mortes.
Entre 15 e 20 tufões atravessam as Filipinas todos os anos durante a temporada chuvosa, que normalmente começa em junho e vai até novembro.
Em novembro de 2013, o tufão Haiyan, um dos mais potentes da história que tenha tocado terra, causou 6,3 mil mortes, mais de 1 mil desaparecidos e 14 milhões de afetados na região central das Filipinas.

ATENÇÃO: Tufão Haima passa sobre as Filipinas e causa devastação

Hong Kong pode ser atingida na sexta



























O tufão Haima teve um ligeiro enfraquecimento na manhã desta quarta-feira, 19 de outubro, mas continuava muito forte e seguia em direção ao norte das Filipinas, onde é chamado de Lawin.

O norte das Filipinas abrange a ilha de Luzon, a maior do arquipélago e onde está Manila, a capital das Filipinas, está no nível de alerta máximo, de acordo com o serviço oficial de meteorologia das Filipinas, o PEGASA - Philippine Atmospheric Geophysical and Astronomical Services Administration.

O alerta considera um alto risco para danos graves em edificações, destruição quase total de grande parte da vegetação, árvores arrancadas e rede de energia seriamente danificada. As plantações de banana devem ser seriamente danificadas.

No começo da tarde de 19 de outubro, a Agência Meteorológica do Japão (JMA, na sigla em inglês), classificava o tufão Haima (Lawin) como muito forte. No boletim técnico da JMA das 15 UTC de 19 de outubro (13 horas em Brasília), Haima se deslocava a 30 km/h na direção oeste-noroeste. A pressão mínima do centro da baixa pressão foi estimada em cerca de 915 hPa. Os ventos constantes foram estimados em 100 nós (aproximadamente 185 km/h), com rajadas de até 140 nós (quase 260 km/h). Os ventos com mais de 100 km/h eram sentidos num raio de 190 km do centro do tufão.

Haima (Lawin) é vigésimo segundo sistema da temporada de tufões do Pacífico Noroeste e o segundo a atingir as Filipinas em menos de duas semanas.

Recentemente, em 9 de outubro, o tufão Sarika passou sobre as Filipinas e também atingiu a região de Luzon.

Rumo a Hong Kong
Nas próximas 48 horas, o tufão Haima (Lawin) segue na direção oeste/noroeste indo em direção à China. A previsão é que a tempestade entre em território chinês por volta das 9 horas (em Brasília) do dia 21 de outubro com grande probabilidade de atingir a região de Hong Kong.
































Fonte: The Weather Channel

ALERTA LARANJA: Tempestade em SC e no PR

INMET publica aviso iniciando em: 18/10/2016 11:00. Quebra de vidros, estragos consideráveis, risco de queda de galhos de árvores, alagamentos, incidência de descargas elétricas e granizo. Ventos entre 17 e 27 m/s (61 e 99 Km/h), chuvas Intensas entre 30 e 60 mm/h ou entre 50 a 100 mm/dia e granizo.




* Abrigue-se da chuva torrencial que poderá estar acompanhada de granizo e causar inundações. 
* Não se abrigue debaixo de árvores, nem em frágeis coberturas metálicas, pois há riscos de quedas. 
* Desligue aparelhos elétricos, quadro geral de energia e o gás. 
* Coloque documentos e objetos de valor em sacos plásticos bem fechados e em local protegido. 
* Revise a resistência da sua casa, principalmente o madeiramento de apoio do telhado. 
* Não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda (risco de queda pelo vento). 
* Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

ATENÇÃO! Fortes temporais atingirão o RS e SC nas próximas horas


Novas e poderosas áreas de instabilidade, alimentadas por corrente de ar muito quente que se origina na Bolívia, vão explodir sobre o Rio Grande do Sul durante a madrugada e a manhã desta segunda-feira (17), tomando conta da maior parte do Estado no decorrer do dia. Chove em todas as regiões nesta segunda-feira e devido à presença das nuvens gigantes de temporal o risco é muito alto a crítico de chuva forte a torrencial com muitos raios, granizo e vendavais em diversos pontos do território gaúcho. Haverá temporais isoladamente intensos a severos com prováveis danos. Não se afasta atividade tornádica ou e o registro de downbursts (microexplosões). Os volumes de chuva acumulados ao longo do dia devem ser bastante altos em várias cidades com alagamentos. Alguns pontos podem registrar 100 mm ou mais em poucas horas. Porto Alegre e região têm risco de tempo severo (chuva intensa e/ou temporal). O Extremo Sul gaúcho será a área de menor risco no Estado. Haverá intervalos de melhoria com aberturas em alguns locais e o tempo segue abafado, especialmente no Noroeste e no Norte do Estado.

Temporais do domingo - Uma corrente de jato em baixos níveis da atmosfera com ar muito quente, responsável por calor de até 30ºC a 37ºC ontem no Noroeste e no Norte do Estado com máxima de 36,9ºC em Santa Rosa, alimentou a formação de intensas áreas de instabilidade no Rio Grande do Sul ao longo do domingo. Grande parte do Estado teve chuva forte em algum momento e com volumes altos em algumas localidades. Em pontos da região de Pelotas choveu mais de 50 mm só hoje de manhã. Houve ainda vendavais localizados como em Quaraí, onde as rajadas chegaram a 115 km/h. Diversas cidades anotaram ainda queda de granizo, de tamanho miúdo na maioria, mas que foi médio em algumas como Nova Bassano. Porto Alegre teve temporal à tarde com rajadas de vento de 72 km/h no aeroporto e 102 km/h no clube Jangadeiros, junto ao Guaíba. Houve cortes de luz e queda de árvores na cidade. Na Lomba do Pinheiro, zona Leste da Capital, caiu granizo. Teve granizo isolado também na região metropolitana. A linha de tempestades avançou para o Litoral Norte, a Serra, o Planalto Médio e o Alto Uruguai e no final do domingo temporais com vento forte e granizo atingiam o Norte do Estado. Tempestades ocorreram ainda no Sul e no Leste de Santa Catarina com estragos em Tubarão e uma rara ocorrência de “tsumani meteorológico” (grande onda gerada por tempestade sobre o mar) na costa catarinense.

Tendência - Risco de tempo severo segue muito alto no Rio Grande do Sul até quarta-feira, esperando-se muitas novas ocorrência de granizo e vento forte no período. Alguns temporais isolados podem ser severos e com danos. Nestes três dias, o Estado ainda deve ter períodos de chuva localmente forte a torrencial com alagamentos e volumes muito altos de precipitação. 

Fonte: The Weather Channel

Furacão "Nicole" atinge as Bahamas e causa estragos

Furacão Nicole foi um dos furacões mais fortes a atingirem as Bahamas


























O furacão Nicole atingiu as Bahamas, nesta quinta-feira (13), Foi um dos furacões mais fortes dos últimos 13 anos, de acordo com Bermuda Weather Service.

O furacão Nicole foi de categoria 3 (escala de 1 à 5 de intensidade). Foram registrados ventos de mais de 140km/h!



Os danos registrados foram grandes. Porém, graças a um efetivo sistema de previsão, os danos foram minimizados. Mesmo assim, mais de 20.000 pessoas foram atingidas.







Os 15 furacões mais terríveis da história!

Algumas imagens de furacões e tufões são tão incríveis que podem fornecer informações muito importantes.

Reunimos as 15 imagens mais incríveis de todos os tempos. Iremos postar uma imagem de cada evento para que você possa perceber a magnitude!


15. Furacão "Isabel" visto da Estação Espacial






















Esta imagem foi tirada pela tripulação do Expedition 7, à bordo da Estação Espacial (15/09/2003)

Esta foi uma das primeiras imagens tiradas desde a Estação Espacial.


14. Relâmpagos iluminam o Olho do Furacão






















O furacão "Bansi" no Oceano Índico não foi tão devastador, mas as imagens captadas foram incríveis!


13. Furacão "sem nome" na tempestade perfeita























Este furacão nunca foi nomeado, por medo de alarmar e confundir a população que já havia sofrido na "tempestade perfeita". O furacão sem nome manteve-se no mar, enviando para terra mais chuva e enfraqueceu no outro dia.


12. Hugo's Bridge (ponte Hugo)
























Imagem de devastação de uma forte tempestade no mar, com ondas de 20 pés em Cape Romain e Bulls Bay, na Carolina do Sul (USA).

11. Os "Quatro" na Florida em 2004

 Nada se destaca mais que esta imagem, mostrando os quatro furacões de arrasaram tudo, em menos de 45 dias.

10. "Long Island Express"



Apesar da supertempestade Sandy e do furacão Irene no ano anterior, a Long Island Express de 1938, ainda é considerada uma das mais fortes registradas no nordeste americano.


9. O desastre natural americano mais mortal






















O furacão Galveston, em 1900, matou mais de 8.000 pessoas no estado do Texas e deixou centenas de milhares desabrigados.


8. A enchente mais cara de Houston


























Escolher uma única foto para a demonstrar a inundação de US$9 bilhões, na quarta maior cidade americana, não foi uma tarefa fácil. 


7. O Olho do Furacão Wilma






















Esta é a imagem na manhã de 19 de outubro de 2005, quando foi anunciado este sistema de baixa pressão e de muita intensidade. 

O "pequeno" olho do furacão Wilma, de apenas 2 milhas de diâmetro, foi considerado o menor já visto, de acordo com o National Hurricane Center.


6. A casa intacta






















A península Bolívar foi varrida pelo furacão Ike em setembro de 2008. A tempestade produziu ondas de 15 à 20 pés, 

Esta imagem mostra a única casa que restou em pé em toda península.


5. O barco "Camille"






















O furacão Camille foi um dos mais fortes da história dos EUA. O furacão varreu, por completo, toda região e arremessou um grande barco, quilometros terra adentro. (Biloxi, Mississipi, EUA)


4. O olho bestial de Haiyan






















Qualquer imagem de satélite do super tufão Haiyan, que atingiu um pico de intensidade estimada de ventos de 195 mph e 895 milibares de pressão central, próximo a terra firme, nas Filipinas, iria queimar em sua memória.

Mas esta imagem do Instituto Cooperativo de Estudos satélite meteorológico da Universidade de Wisconsin, é, na minha opinião, o mais incrível close-up de um intenso ciclone tropical que eu já vi.


3. O Furacão Andrew






























Esta imagem mostra a parte sul da área metropolitana de Miami sendo castigada pelo furacão Andrew, de categoria 5 (a escala vai de 1 a 5), um dos mais fortes de todos os tempos.


2. A montanha russa submersa pelo Sandy






















As fortes ondas arrastaram esta montanha russa de um parque de diversões em Seaside Heights, NJ, para dentro do mar! 

Este foi a segunda tempestade mais cara da história americana. 


1. Katrina

Vista aérea mostra a força da inundação e destruição. Dezenas de milhares de pessoas procuraram abrigo do Super Dome (esta estrutura ao centro da imagem)























Katrina foi, sem dúvida, o furacão mais forte, mortal e o caro da história dos estados unidos. Diversos edifícios foram arrasados pelas ondas de mais de 28 pés! 

A imagem mostra a cidade de New Orleans - literalmente - debaixo d'água e centenas de milhares de miseráveis.  



















































Fonte: The Weather Channel